Movimiento Sankofa: oralidades grióticas matriarcales como pistas para la educación en derechos humanos
DOI:
https://doi.org/10.22169/revint.v21.e26tl409Palabras clave:
oralidades, mujeres griots, matriarcalidad, educación antirracistaResumen
Este artículo analiza las oralidades matriarcales de una griot quilombola, reconociendo en sus prácticas y saberes otros modos de vida vinculados a la educación y la diversidad racial. Desarrollado en el territorio de Curral Velho (PI, Brasil), el estudio destaca a Dona Depa, cuya resistencia nos ofrece indicios contracoloniales frente a la perspectiva colonizadora de la educación. A partir del uso de la Cartografía y de referencias epistemológicas como Hampâté Bâ (1999), Carneiro (2023), Bispo (2019), Fanon (2022), Sodré (2002), Hooks (2023), Sousa (2020), Mbembe (2013) y Deleuze y Guattari (1995), el estudio señala la matriarcalidad griot como una perspectiva humanitaria y comunitaria para la construcción de una cultura de derechos humanos y de una educación antirracista.
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