https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/issue/feed REVISTA INTERSABERES 2021-08-31T13:20:03+00:00 Joana Paulin Romanowski revistaintersaberes@gmail.com Open Journal Systems Objetivo de fomentar a produção e a disseminação de pesquisas e estudos científicos. https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2220 Editorial: "Educação em Direitos Humanos" 2021-08-31T13:19:52+00:00 Leandro Franklin Gorsdorf leandroufpr2011@gmail.com Marcia Maria Fernandes de Oliveira marcia.o@uninter.com <p>Editorial&nbsp;</p> 2021-07-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/1926 Racismo: proximidades e distanciamentos nas percepções de estudantes e professores 2021-08-31T13:19:49+00:00 Victor Hugo Nedel Oliveira victor.juventudes@gmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>Conhecer as percepções de estudantes e professores sobre distintos temas constitui-se de tarefa fundamental para proporcionar distintas interações no cenário da educação contemporânea. No Brasil, a temática do racismo constitui-se em dura e triste realidade social, cujas ações mancham a história do país, há muitos anos. O principal objetivo da investigação foi analisar as percepções de estudantes e professores de sétimo ano, de uma escola pública, em Porto Alegre (RS), em 2019, sobre o racismo. Para tanto, foi aplicado um questionário dividido em duas partes: a caracterização da amostra de investigação e a apresentação de seis afirmativas, pelas quais, a partir da escala Likert, os sujeitos deveriam afirmar seu grau de concordância, indiferença ou discordância. No questionário dos professores, ainda havia questão aberta, na qual os mesmos deveriam responder sobre as ações que realizam na busca de uma educação antirracista. Foi possível perceber que as proximidades nas percepções sobre o racismo entre estudantes e professores são maiores que os distanciamentos. Das seis frases apresentadas, em metade delas houve posturas de proximidade em relação aos sentidos atribuídos, e, na outra metade, foi possível perceber distanciamentos. Contudo, em uma análise mais detalhada, foi possível perceber que as proximidades superam os distanciamentos. Diversas ações para a promoção de uma educação antirracista foram citadas pelos professores, com destaque para debates, projetos literários e inclusão de personalidades negras. Dessa maneira, é possível considerar que, mesmo tratando-se de grupos com distanciamentos etários e sociais, as percepções sobre o racismo são diversas, mas próximas.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Racismo. Educação. Estudantes. Professores.</p> 2021-07-25T19:07:21+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2179 Cultura e subcultura policial: limites para a resolução pacífica de conflitos 2021-08-31T13:19:47+00:00 Pedro Paulo Porto de Sampaio pppsampaio@gmail.com Vera Karam de Chueiri vkchueiri@gmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>O presente artigo investiga os reflexos das subculturas nas instituições policiais, e de que maneira limitam posturas voltadas à polícia comunitária e à resolução pacífica de conflitos. Como etapa inicial do estudo, analisa-se o alcance do mandato policial e o problema do enforcement. Em seguida, o artigo examina o desafio da cultura e da subcultura policial, desde a f0rmação nas academias até o cotidiano profissional. Além disso, observa a influência do Movimento Lei e Ordem e do Programa Tolerância Zero, o que determina a manutenção de um modelo tradicional de policiamento, eminentemente reativo e repressivo — o que, por vezes, repercute na violação de direitos e garantias fundamentais. A partir desses subsídios, busca-se apresentar elementos que fortaleçam os mecanismos de atuação comunitária como alternativa para a superação desses processos culturais arraigados. Com o foco na perspectiva comunitária e orientada para a solução de problemas, estima-se uma mudança no modelo de atuação policial para uma abordagem proativa e baseada na resolução pacífica de conflitos.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Subculturas. Polícia comunitária. Resolução pacífica de conflitos.</p> 2021-07-25T19:11:36+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2187 Educação e direitos humanos na escola 2021-08-31T13:19:46+00:00 Luzilete Ramos luzifal@yahoo.com.br Mauricio Cesar Vitória Fagundes mauriciovitoriafagundes@gmail.com Araci Asinelli-Luz araciasinelli@hotmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>Este artigo objetiva trazer um breve apanhado histórico das motivações que resultaram na Declaração Universal dos Direitos Humanos e, consequentemente, em ações que desencadearam a construção de uma Educação em Direitos Humanos (EDH) no Brasil, com ênfase em sua implementação na Rede Municipal de Ensino de Curitiba. À luz de Paulo Freire, o texto se desenvolve a partir de análise de documentos oficiais e propõe reflexão sobre esse processo formativo, educativo e dialógico no espaço escolar. Percebe-se que, apesar da sanção de leis com propósito de reparação histórica de violações aos direitos, a Educação em Direitos Humanos ainda não se consolidou. Esta, como processo sistemático, transversal e multidimensional atrelado ao cotidiano, está em constante transformação para se ajustar às demandas contextuais.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Educação em direitos humanos. Escola. Paulo Freire.</p> 2021-07-25T19:14:47+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2188 Direitos humanos e educação: como se expressam DCN e na BNCC 2021-08-31T13:19:54+00:00 Luana Hillesheim luaanahillesheim@gmail.com Juliana Elis dos Santos Hoffmann julianaeshoffmann@hotmail.com Karina Albuquerque Barreto ka.barreto@gmail.com Andrea Soares Wuo awuo@furb.br <p><strong>Resumo</strong></p> <p>Nas sociedades contemporâneas, os direitos humanos são meios de garantia a dignidade, liberdade e a igualdade dos seres humanos. Como imperativo de construção de um mundo com menos desigualdade, no qual se respeitam as diversidades como fundamento da dignidade humana, este artigo tem como objetivo principal refletir sobre as relações entre os direitos humanos e a educação a partir das Diretrizes Curriculares Nacionais e da Base Nacional Comum Curricular, e, como objetivo específico, analisar qual o entendimento que esses documentos apresentam sobre os direitos humanos. A pesquisa em educação, de abordagem qualitativa, teve como procedimento de geração de dados a pesquisa documental. Mediante a análise dos documentos curriculares, observou-se que a educação é compreendida em um viés de direitos humanos, como também promotora de direitos humanos, estando amplamente disseminada em seu texto. Muito embora os documentos possam conjuminar educação e direitos humanos, há diferenças entre ambos que expressam suas particularidades no que diz respeito aos seus contextos de produção e suas compreensões acerca dos modos como os direitos humanos são pensados na e para a educação básica.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> BNCC; Direitos Humanos; Diretrizes Curriculares Nacionais; Educação em Direitos Humanos.</p> 2021-07-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2166 Educação em direitos humanos e educação democrática: uma conexão possível? 2021-08-31T13:19:44+00:00 Daniel Nunes danielnunes_edf@outlook.com Neiva Furlin nfurlin@yahoo.com.br <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>A construção de uma sociedade justa, igualitária e plural é um desafio do tempo presente e requer que se promova tanto uma educação democrática quanto uma educação em direitos humanos. O presente ensaio teórico tem por objetivo refletir sobre a concepção de educação em direitos humanos e educação democrática, visando identificar se existe aproximação ou conexão entre essas duas concepções. Trata-se de um estudo qualitativo, com base em pesquisa bibliográfica e descritiva. Os resultados evidenciam que a educação democrática e a educação em direitos humanos são como duas dimensões de uma mesma realidade, já que se conectam para o mesmo fim, que é o fortalecimento da democracia e da convivência plural e pacífica entre todas as pessoas, independentemente de classe, gênero, etnia/raça, religião, nação e orientação sexual.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Educação. Direitos humanos. Educação democrática.</p> 2021-07-25T19:30:44+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2119 Ensino médio e educação para as relações étnico-raciais em produções acadêmicas (2008-2018) 2021-08-31T13:19:42+00:00 Wilma de Nazaré Baía Coelho nicelmacbrito@gmail.com Milena Farias e Silva llena.farias@hotmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>O presente artigo fez uma análise, conforme Bardin (2016) e Ferreira (2002), das produções de artigos, dissertações e teses sobre a educação das relações étnico-raciais (Erer) e o ensino médio no período de 2008-2018, objetivando mapear essas produções por região, verificar a incidência desses estudos na sala de aula e observar os silenciamentos de temas e agentes na empiria. Como aporte teórico recorremos a Pierre Bourdieu (2012), Roger Chartier (1988), Wilma Coelho (2005; 2018) e Acácia Kuenzer (2010). Inferimos que os estudos concentram suas pesquisas nas salas de aula e nas práticas dos professores e que há escassa investigação sobre os indígenas no ambiente escolar.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Ensino médio. Relações étnico-raciais. Lei N o 11.645/2008.</p> 2021-07-25T19:38:53+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2178 Currículo e educação em Direitos Humanos: desafios e possibilidades 2021-08-31T13:19:41+00:00 José Luís de Oliveira joseluisctba@yahoo.com.br Eva Aparecida Oliveira evaoliveiractba@gmail.com Emily de Oliveira Abreu emilydeoliveira_@hotmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>Este artigo discute a política educacional brasileira diante dos desafios da contemporaneidade, para a efetivação de um modelo de educação que respeite a diversidade e a dignidade humana. Para tal, aborda a emergência da Educação em Direitos Humanos no processo de formação cidadã e no fortalecimento da democracia, ao problematizar sua relação com o currículo. O estudo discute o currículo, enquanto relação de poder, e enfatiza seu papel formativo, capaz de afetar a identidade dos estudantes, o que incide sobre suas ações e decisões. A questão da Educação em Direitos Humanos, que já era apontada como importante desde a Declaração dos Direitos Humanos em 1948, ganhou mais relevância na comunidade internacional com a promoção da Década da Educação em Direitos Humanos — ocorrida entre 1995 e 2004. Em sintonia com o cenário internacional, o governo brasileiro criou, em 2003, o Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos, com a atribuição de elaborar e monitorar o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH), que após ser objeto de vários debates e modificações ao longo dos anos, chega à sua versão definitiva em 2007. Tais avanços são indícios daquilo que o Brasil vem construindo na defesa de uma sociedade mais democrática, justa e solidária.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Educação em Direitos Humanos. Currículo. Plano Nacional de educação em Direitos Humanos. Diretrizes Nacionais para a educação em Direitos Humanos.</p> 2021-07-25T19:41:58+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2183 A relação entre o direito e a educação inclusiva 2021-08-31T13:19:57+00:00 Arthur Silva Araújo arthur_40@hotmail.com.br Ademir Aparecido Pinhelli Mendes ademir.m@uninter.com Suzana Andreia Galeazzi suzanagaleazzi@hotmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>O objeto deste estudo é o papel da Educação em Direitos Humanos, conforme a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), especialmente no que diz respeito à inclusão de estudantes no ensino básico. O objetivo geral da pesquisa é compreender os artigos da Constituição Federal de 1988, sobretudo, em relação ao teor do art. 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que trata da inclusão de estudantes na educação como um direito de todos. A metodologia desta pesquisa recorre às análises documental, descritiva e bibliográfica. Embora os resultados e as discussões mostrem avanços, também demonstram que a educação ainda não é inclusiva como detalha a lei. Encontram-se evidências de que a Lei da Pessoa com Deficiência, ao garantir a adaptação das atividades curriculares, culturais e teóricas, na escola, fortalece o trabalho pedagógico e amplia as diversidades educacionais.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Direitos do educando. Dever de educar. Política mundial da educação. Liberdade na<br>escola e no ensino.</p> 2021-07-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2182 Literacia científica e formação inicial de professores de biologia 2021-08-31T13:19:39+00:00 Rui Trindade trindade@fpce.up.pt Alberto Tchissonde dr.albertomaxha@gmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>Este trabalho aborda a literacia científica como objetivo fundamental dos cursos de formação inicial de professores de Biologia. Inicialmente, promove-se uma reflexão teórica sobre a problemática que o inspira, a qual sustenta o estudo realizado. De modo geral, demonstra-se que tal objetivo é desvalorizado no âmbito do curso de formação analisado, tanto em relação aos objetivos e competências previstos nos planos de estudo das disciplinas do ramo científico quanto às opções metodológicas, além dos enunciados dos testes e exames. Conclui-se, assim, que estamos diante de um problema que poderá afetar quer a qualidade formativa do trabalho que os estudantes promoverão mais tarde, nas respectivas escolas, quer o próprio desenvolvimento da sua literacia curricular e pedagógica. Tal problemática, neste artigo, aprofunda-se em função do vínculo que se estabelece entre este tipo de literacia e a literacia científica.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Literacia científica. Literacia curricular e pedagógica. Formação inicial docente.</p> 2021-07-25T20:01:07+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2046 Alfabetização: limites e possibilidades em convergência no século XXI 2021-08-31T13:19:37+00:00 Karina Andrade karinaandgeo@gmail.com Poliana Fabíula Cardozo polianacardoz@gmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>Diante dos desafios educacionais contemporâneos, e a partir de análises desenvolvidas em uma pesquisa de pós-graduação <em>stricto sensu</em> em Educação, este trabalho visa refletir, de forma teórico-metodológica, como a alfabetização é configurada no século XXI. Para tal, utiliza-se a perspectiva histórico-estrutural dialética, com base na obra de Triviños (1987).&nbsp; A partir das correlações ciberculturais da atual conjuntura espaço-temporal, somadas às instabilidades educacionais decorrentes da pandemia global, o estudo discute como novas linguagens e realidades de aprendizagem estão sendo abarcadas na&nbsp; alfabetização da geração <em>alpha</em>, por meio das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC). Através deste processo, ocorre uma convergência entre abordagens metodológicas, tanto nas políticas públicas educacionais, voltadas à alfabetização, quanto nas políticas voltadas às tecnologias.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>:&nbsp; TDIC. Geração alpha. Cibercultura. Multiletramentos. Metodologias ativas.</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> 2021-07-25T20:03:46+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/1977 O estado da arte do trabalho de campo no ensino de geografia e educação ambiental 2021-08-31T13:20:03+00:00 Diego Andrade de Jesus Lelis diegolellis09@hotmail.com Daniele Saheb Pedroso daniele.saheb@pucpr.br Daniela Gureski Rodrigues dany_gureski@yahoo.com.br <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>Este artigo tem como objeto de estudo a prática do trabalho de campo no ensino de Geografia e Educação Ambiental nos anos finais do ensino fundamental. Para o seu desenvolvimento, amparou-se em uma pesquisa do tipo estado da arte, com o objetivo de mapear estudos que abordam a prática do trabalho de campo em Geografia e EA nos anos finais do ensino fundamental, a partir da produção brasileira extraída da Biblioteca Brasileira Digital de Teses e Dissertações (BDTD), desde o primeiro documento disponível na BDTD (1967) até 2019. Os principais resultados apontam a concentração das produções na Região Sudeste do país, bem como a distribuição temporal concentrada na última década. Evidencia-se que a prática do trabalho de campo aparece como metodologia favorável ao desenvolvimento de atividades que transformam o cotidiano escolar e possibilitam a vinculação entre teoria e prática. De igual maneira, destaca-se a possibilidade de<br>promoção da Educação Ambiental nas aulas de Geografia e a inserção das novas tecnologias no ensino e aprendizagem.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Trabalho de campo. Geografia. Educação ambiental. Estado da arte.</p> 2021-07-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2008 A brasilidade de Maria Bethânia em uma breve análise da estética antropofágica de brasileirinho 2021-08-31T13:20:01+00:00 Roberto Remígio Florêncio betoremigio@yahoo.com.br João de Sá Araújo Trapiá Filho jsatf@hotmail.com Carlos Alberto Batista dos Santos cacobatista@yahoo.com.br <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>O presente estudo, baseado em Revisão Bibliográfica e Análise de Textos, apresenta uma breve análise da brasilidade na música de Maria Bethânia a partir do histórico registro de Brasileirinho (Quitanda/Biscoito Fino, 2003-2004). São propostos temas como a antropofagia cultural e a relação entre música e identidade cultural da intérprete desde o seu surgimento no cenário da música brasileira, em 1965. Como aporte teórico, destacam-se os conceito de identidade, os estudos sobre a Antropofagia (ANDRADE, 2017), a estética e a linguagem da obra musical de Maria Bethânia, além da análise&nbsp; interpretativa dos textos. A intenção é apresentar um debate sobre a construção da Identidade Nacional a partir da obra em destaque, conforme os preceitos de autores modernistas brasileiros, idealizadores da Semana de Arte Moderna (1922). As três grandes matrizes da identidade nacional – negra, indígena e europeia – formam o horizonte para a análise das canções, arranjos, poemas, imagens e interpretações registradas na obra, no intuito de contribuir para a reflexão das relações culturais e hibridismo (CANCLINI, 2010), em uma avaliação crítica dos padrões europeus, vigentes na sociedade brasileira, o que, consequentemente, marginaliza identidades nativas e tradicionais.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Antropofagia. Hibridismo. Identidade nacional. Música brasileira contemporânea.</p> 2021-07-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/1958 O papel dos registros pedagógicos na formação docente 2021-08-31T13:19:36+00:00 Ana Lucia Madsen Gomboeff analumadsen@gmail.com Maria Emiliana Lima Penteado emipenteado@gmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>O objetivo deste artigo é explicar o papel do registro pedagógico e suas implicações no processo de formação docente na Rede Municipal de Educação de São Paulo (RMESP), bem como explicitar a importância do acompanhamento e da intervenção do coordenador pedagógico (CP) no processo de desenvolvimento profissional dos professores. Utilizamos, como material de análise, dez relatos de professoras da educação infantil (EI) e quatro relatos redigidos por docentes dos anos iniciais do ensino fundamental (EF) expondo suas significações acerca do acompanhamento do CP durante o processo de produção dos registros pedagógicos. Como base teórica, pautamo-nos no método do materialismo histórico e dialético (MHD), nos princípios da psicologia sócio-histórica (PSH) e da pedagogia histórico- crítica (PHC). Usamos os meios digitais, e-mail e WhatsApp, para produção de dados, e, para análise, utilizamos os Núcleos de Significação (NS). Inicialmente, explicitamos os fundamentos teórico- metodológicos da perspectiva sócio-histórica: concepções de ser humano, sociedade e produção de conhecimento. Em seguida, explicamos brevemente como ocorreu o processo de análise e interpretação dos dados por meio do procedimento denominado NS. Prosseguimos apresentando os três NSs produzidos, dando ênfase na análise interpretativa à finalidade dos registros pedagógicos e sua importância no processo de formação docente e mostrando o trabalho formativo, com registros&nbsp; pedagógicos, realizado por duas CPs. Nas considerações finais, ressaltamos a relevância da dimensão transformadora (PLACCO, ALMEIDA e SOUZA, 2015) na atuação do CP, destacando o registro como instrumento crítico-reflexivo capaz de favorecer a formação docente.</p> <p><br><strong>Palavras-chave</strong>: Registros pedagógicos. Formação docente. Coordenador pedagógico.</p> 2021-07-25T20:23:11+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/1936 Histórias de vida por autobiografias: inspirações na constituição docente 2021-08-31T13:19:35+00:00 Tatiane Peres Zawaski tatianeperes.zawaski@gmail.com Gilberto Ferreira da Silva gilberto.ferreira65@gmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>Este estudo toma como foco a constituição docente, presente nas histórias de vida dos educadores, a partir de registros autobiográficos. O estudo origina-se de uma pesquisa realizada em nível de mestrado que teve por objetivo analisar como os professores do ensino médio, de uma escola da rede privada, da região metropolitana de Porto Alegre, se formam como profissionais da educação. Os pressupostos teóricos estão embasados nos conceitos de Josso (2010) e Abrahão (2003; 2004; 2011), principalmente. Na análise, atenta-se aos motivos da escolha profissional, os primeiros contatos com a docência e os processos de constituição docente. As análises dos registros destacam a importância do formar-se em serviço, as trocas entre pares no ambiente de trabalho, a disponibilidade para acolher o outro e as figuras de professores guardadas na memória. Esses últimos acabam assumindo um lugar de evidência que orienta e aponta para horizontes de<br>expectativas, materializadas na escolha da profissão docente.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Autobiografia. Constituição docente. Histórias de vida. Formação de professores.</p> 2021-07-25T20:25:08+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/1956 A formação docente e o processo de construção do ser professor 2021-08-31T13:19:33+00:00 Maria Tavares Magalhães lourdesmari05@yahoo.com.br Bernadete Souza Porto bernadete.porto@gmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>O presente estudo discute a formação docente, especificamente a inicial, bem como o processo de construção do entendimento do que é ser professor; isto é, compreender os saberes necessários e intrínsecos à atividade docente. Nesse contexto, entende-se que o conceito de formação está ligado ao significado de ensinar e aprender e, mais ainda, ao papel que este profissional desempenha na sociedade contemporânea. Sinalizamos que o processo de formação docente é historicamente determinado, o que requer a compreensão sistemática acerca da função social da profissão. Para tanto, elegemos os objetivos que nortearão o nosso estudo. Assim, como objetivo geral, estabelecemos: compreender a relação entre a formação inicial e o processo de constituição dos saberes docentes. Como objetivos específicos, definimos: conceituar formação inicial; identificar suas características basilares e analisar as principais tendências formativas presentes na formação inicial de professores. A metodologia adotada é a pesquisa qualitativa, especialmente a bibliográfica. Desse modo, para compreendermos o tema, consultamos obras de autores que tratam do assunto. Na conclusão, apontamos que a formação docente não é restrita à transmissão dos conteúdos curriculares, em uma acepção puramente técnica e instrumental, mas, ao contrário, está ancorada a uma concepção crítica da educação, que concebe o docente como um intelectual crítico-reflexivo e consciente da sua função social.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Professor. Formação. Docente. Saberes. Tendências.</p> 2021-07-25T20:27:56+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/1971 Estágio supervisionado na formação do professor de história: percepções de alunos estagiários 2021-08-31T13:19:31+00:00 Anelise Martinelli Borges Oliveira anelisemartinelli@hotmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>O objetivo deste texto é refletir sobre o papel do Estágio Curricular Supervisionado no processo de formação do professor de História. Para tanto, seus objetos de análise são relatórios de estágio de alunos do curso de Licenciatura em História de uma universidade pública localizada em Minas Gerais. Tal análise se concentrou nos relatos acerca da autoavaliação, bem como nas experiências de observação e regência. Os resultados mostram que o estágio permitiu aos futuros professores/historiadores compreender o cotidiano escolar, refletir sobre o diálogo entre os conhecimentos históricos sistematizados pela historiografia e o processo do aprender a pensar historicamente, além de realizar intervenções que contribuíram para um ensino de História voltado à orientação prática da vida dos alunos.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Estágio supervisionado em História. Autoavaliação. Professor de História.</p> 2021-07-25T20:31:22+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2107 Compreensão das humanidades digitais nos domínios da educação para a formação docente 2021-08-31T13:19:29+00:00 Lidianne Mércia Barbosa Malta Rocha lidiannemrocha30@gmail.com Cleide Jane de Sá Araújo Costa cleidejanesa@gmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>As Humanidades Digitais, também conhecidas como <em>Computing Humanities</em>, formam área dinâmica, que articula domínios do conhecimento com diferentes metodologias de investigação, como espaço de inovação, acesso à informação, ensino e pesquisa. O objetivo deste estudo é investigar como o tema Humanidades Digitais é compreendido nos contextos educacionais para fins de formação, em especial, docente. Utiliza-se abordagem qualitativa, com delineamento exploratório, dialético e experiencial, por meio de revisão bibliográfica sistemática integrativa, a qual buscou produções científicas em bases e plataformas virtuais. São investigados 37 artigos científicos, os quais obedecem aos critérios de inclusão e de exclusão para análise dos dados. Ressalta-se necessidade de fomentar o estudo e a ciência sobre a temática abordada, para adoção de políticas públicas direcionadas à inserção digital nos processos de formação.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Humanidades digitais. Educação. Formação docente.</p> 2021-07-25T20:34:52+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2073 Plágio na formação docente: o atalho dos dias atuais 2021-08-31T13:19:26+00:00 Manuelli de Souza Vasconcelos Pereira manuellidesouza@hotmail.com Carla Patrícia Quintanilha Corrêa carlapqcorrea@hotmail.com <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>O presente trabalho objetiva refletir sobre a prática do plágio em textos acadêmicos, em um&nbsp; curso de Licenciatura em Pedagogia, de uma instituição de ensino superior pública do estado do Rio de Janeiro/Brasil. Para isso, foi realizada pesquisa bibliográfica e de campo, por meio da técnica de questionário, com cinquenta e três licenciandos dos últimos períodos do curso. Os resultados apontam que a maioria dos licenciandos entrevistados compreende o que é plágio, já ouviu falar sobre tal assunto em algum momento da sua graduação e já presenciou situações de plágio durante o seu curso. Por outro lado, muitos deles têm algumas dificuldades em realizar trabalho acadêmico e, para eles, esse é um dos fatores que levam à prática do plágio, assim como a falta de tempo e a facilidade encontrada pela presença de muitos materiais prontos na internet.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Plágio. Licenciatura em pedagogia. Ética.</p> 2021-07-25T20:37:41+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2176 A educação em direitos humanos e os marcos legais norteadores 2021-08-31T13:19:58+00:00 Jacqueline Lopes Freire jacquelinelfreire@gmail.com José Carlos Souza Araújo jcaraujo.ufu@gmail.com <p>Propomos nesse texto recuperar o sentido e a historicidade da educação em direitos humanos (EDH) no Brasil. Buscamos apresentar a objetivação dos princípios garantidos em documentos internacionais nos planos nacionais para EDH. Para tanto, partimos da apresentação dos principais marcos legais vigentes e norteadores do tema sobre o direito à educação e a EDH, nos instrumentos internacionais e no ordenamento nacional. Esse movimento nos permitiu compreender que, na seara normativa, a educação e a formação de uma cultura em direitos humanos são tomadas como instrumentos capazes de objetivar os direitos humanos e a garantia da dignidade humana a todos. Nesse sentido, o Estado brasileiro assumiu ao longo dos anos de 1990 a 2000 tais fundamentos na elaboração de seus planos de EDH, com o objetivo de construir uma cultura formativa em direitos humanos. A presente pesquisa bibliográfica, documental e de cunho qualitativa, respaldada em BONAVIDES (1998), CANDAU (2007), ZENAIDE (2007), entre outros, concluiu que a despeito dos programas de ação, planos e do complexo legislativo acerca da educação como direito humano, o debate não merece ser considerado apenas como seara normativa. . A efetivação da EDH depende de políticas públicas capazes gerar práticas sociais que reflitam na maneira de pensar, sentir e agir da coletividade. &nbsp;</p> 2021-07-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/1883 Relações étnico-raciais, direitos humanos e ações afirmativas 2021-08-31T13:19:24+00:00 Nara Zari Lemos Budiño zari67hst@gmail.com Roselene Moreira Gomes Pommer roselenepommer@ctism.ufsm.br <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>Esse artigo nasceu a partir de um recorte da dissertação de mestrado “Ações Afirmativas para a<br>Educação Profissional e Tecnológica: Negros e Negra no Colégio Técnico Industrial de Santa Maria”<br>apresentada ao Programa de Pós-graduação em Educação Profissional e Tecnológica da<br>Universidade Federal de Santa Maria- RS. Nesse sentido o presente trabalho parte a análise da Lei<br>10.639/03, que tornou obrigatório o ensino da História e da Cultura Afro-brasileira e da história da<br>África em todos os níveis da educação básica, em escolas públicas e privadas de todo o Brasil. As<br>ações afirmativas no campo educacional vislumbram, também, a reserva de vagas para o ingresso de<br>estudantes que se autodeclarassem pretos ou pardos nas instituições federais de ensino técnico de<br>nível médio, consoante a Lei nº 12.711/12. Tendo como fonte de pesquisa o Plano Nacional de<br>Educação em Direitos Humanos, no item que contempla a igualdade racial, fez-se uma análise das<br>ações afirmativas e sua pertinência no que tange aos direitos humanos no âmbito da sociedade<br>brasileira.</p> <p><br><strong>Palavras-chave:</strong> Educação profissional e tecnológica. História e cultura afro-brasileira. Reserva de<br>vagas.</p> 2021-07-25T20:44:28+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2180 Qualidade da educação básica e lições aprendidas em uma escola estadual de Minas Gerais 2021-08-31T13:19:22+00:00 Dálete de Souza Maia Vicentini daletesouzamaia@yahoo.com.br Rodrigo Franklin Frogeri rodrigo.frogeri@professor.unis.edu.br Pedro dos Santos Portugal Júnior pedro.junior@professor.unis.edu.br Bruno Henrique da Cruz bruno.cruz@alunos.unis.edu.br <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>O Brasil utiliza como principal indicador de avaliação da educação básica o IDEB&nbsp; (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). O IDEB tem como objetivo avaliar o desempenho da aprendizagem dos alunos, verificar a qualidade da educação no Brasil e orientar políticas educacionais. Contudo, o país possui dimensões<br>continentais e realidades sociais bastante distintas em todo o seu território, deixando dúvidas se o IDEB é capaz de avaliar adequadamente todas as realidades nacionais. Destarte, o objetivo deste estudo foi analisar os resultados e metas apresentados pelo IDEB em relação a realidade de escolas com alunos predominantemente de classes sociais vulneráveis. Para alcançar o objetivo proposto, adotou-se uma abordagem qualitativa e quantitativa. Os dados qualitativos foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas e analisadas por meio da técnica de Análise de Conteúdo e Análise Lexical. Os dados quantitativos foram analisados por meio de estatística descritiva e análise de cluster de fonte secundária. As nossas análises sugerem que a estrutura familiar e a renda familiar baixa são elementos que influenciam negativamente no desempenho escolar. De outra forma, parcerias entre instituições de ensino atuantes em áreas de famílias socialmente vulneráveis e órgãos não governamentais ou iniciativas de empresas privadas para o auxílio à educação básica podem ser alternativas para a melhoria da gestão escolar. Ademais, observamos que em instituições de ensino com alunos predominantemente de classes sociais vulneráveis há considerável resistência à realização de avaliações externas, como o IDEB, e práticas diferenciadas para incentivar esses alunos na realização de avaliações são necessárias. Por fim, acreditamos que a avaliação do IDEB tem dificuldades em medir adequadamente a educação no Brasil.</p> <p><br><strong>Palavras- chaves</strong>: Ensino fundamental. Ensino médio. Escola. Índice de desenvolvimento da educação básica.</p> 2021-07-25T20:50:28+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/1927 Infância portuguesa entre a penumbra da infração e a luz da proteção (séc. XIX-XX) 2021-08-31T13:19:19+00:00 Ernesto Candeias Martins ernesto@ipcb.pt <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>O nosso estudo de natureza sócio-histórico aborda a infância marginalizada, vadia, infratora e/ou<br>delinquente portuguesa, no período do Séc. XIX e inícios do Séc. XX, a qual vivia numa subcultura à<br>margem da sociedade, considerada perigosa para a coesão social. Norteamos-nos neste fenómeno<br>social daquela infância (fenomenologia), por uma argumentação hermenêutica. O corpus documental<br>recorre a fontes primárias da época e análises de estudos posteriores, que dão ênfase às relações<br>entre aquela infância e o poder político-ideológico, reformas sociais para normalizar aquela infância,<br>medidas assistenciais e de proteção para serem cidadãos úteis. Guiamo-nos pelos seguintes<br>objetivos: compreender as políticas sociais, as medidas estabelecidas na governação da infância<br>vadia, errante, infratora ou delinquente; analisar as relações de poder sobre esse tipo de infância,<br>com o intuito de suprir o estado de marginalização e desviação social, em que estava imersa;<br>interpretar essa infância recorrendo aos discursos político-ideológicos, científicos e filantrópicos, cujo<br>objeto de análise era esse problema social da criança/infância à margem da sociedade. A estrutura<br>do texto assenta em 4 pontos: o surgimento das medidas de reforma social à proteção da infância<br>(séc. XVIII) com a pretensão de assistir, acolher, regenerar, educar e reinserir; oscilação da<br>intervenção por parte do Estado na ‘governação e profilaxia’ e os discursos científicos e filantropos da<br>época oitocentos; abordagem às diretrizes de correção, de organização e medidas reeducativas com<br>essa ‘Outra Infância’; e a via infame da marginalização à proteção, no início de novecentos, ao menor<br>infrator ou delinquente.</p> <p><br><strong>Palavras-Chave</strong>: Criança vadia. Infância infratora. Delinquência infantil. Proteção infantojuvenil.<br>Instituições de menores.</p> 2021-07-25T20:53:51+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/1995 Epistemología del lenguaje: algunos paradigmas explican el fenómeno 2021-08-31T13:14:28+00:00 Edna Maria de Oliveira Ferreira edmaof@hotmail.com César Costa Vitorino vitorinoleitura66@gmail.com Sady Carolina Gayoso Samudio sadygayoso@gmail.com <p>O valor e a importância da linguagem como elemento de socialização entre os humanos são indiscutíveis. A língua fomenta a cultura, ou seja, é a base da cultura na sociedade. Este artigo tem como objetivo sintetizar o percurso feito para que a linguagem seja considerada uma ciência, das teorias dualistas às teorias lingüísticas contemporâneas, evidenciando posições filosóficas em cada perspectiva e suas contribuições para que os estudos da linguagem atinjam seu status atual. Uma pesquisa bibliográfica permitiu uma apreciação dos três modelos mais significativos para a compreensão da linguagem e<br>de significado: realismo; mentalismo e pragmatismo. Verificou-se que a linguagem desperta a atenção dos sofistas e filósofos gregos, embora existam diferenças entre eles, uma vez que o lugar da essência para Aristóteles é a alma e para Platão, a essência está no real. Mas para ambos, as palavras, reais ou mentais, são essências. Portanto, pode-se compreender que as contribuições para a compreensão da linguagem e do sentido advindas do pensamento mais antigo surgem justamente da tensão entre os<br>essencialismo e relativismo; e essas discussões ainda estão presentes na contemporaneidade, a partir de Wittgenstein, Russel, Frege, Habermas, Foucault, Derrida e resultam em estudos atuais sobre a linguagem, como a teoria da enunciação, dos atos de fala, da análise da fala. outras áreas que fazem interface com a linguagem. Martins (2005), Santaella (2016), Fiorin (2oo4, 2017) e Demolin e Storto (2017), entre outros teóricos, corroboram o argumento neste texto.</p> <p>Palavras-chave: Epistemologia. Língua. Senso. Conhecimento.</p> 2021-07-25T20:56:29+00:00 Copyright (c) 2021 REVISTA INTERSABERES