Do corpo-máquina à máquina do desejo: outros modos de escre(ver) a educação
DOI:
https://doi.org/10.22169/revint.v20.e25do304Palavras-chave:
Educação pelo cinema; Educação; Corpo; Sexualidade.Resumo
O estudo origina-se de uma pesquisa mais ampla, que buscou identificar os lugares do corpo, gênero e sexualidade no contexto epistêmico da Educação Profissional e Tecnológica (EPT). Este artigo visa compreender as relações entre sexualidade e trabalho no filme Corpo Elétrico (2017), explorando implicações para a educação. Motivada por uma lacuna epistemológica na EPT, adotamos a fenomenologia de Merleau-Ponty como método e utilizou a Ficha de Apreciação Fílmica para análise. Articulando o referencial fenomenológico com Filosofias da Imagem e estudos de Gênero e Sexualidade, desvelaram-se, nas performances corporais do filme, expressões de desejo que transcendem o mecanicismo das relações precarizadas, criando modos de vida enlaçados pelo afeto.
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