Multiliteracias y la hipertextualidad: retos de las estructuras de poder que perpetúan las desigualdades raciales y lingüísticas
DOI:
https://doi.org/10.22169/revint.v21.e26tl403Palabras clave:
multialfabetización, hipertextualidad, racismo algorítmico, colonialismo digitalResumen
De carácter teórico-exploratorio, el texto investiga cómo las estructuras de poder inherentes a los entornos digitales perpetúan las desigualdades raciales, culturales y lingüísticas, a pesar de su potencial democratizador. A partir de una revisión crítica de la literatura y de un análisis discursivo de los mecanismos de las plataformas, se muestra que los algoritmos y los diseños reproducen la exclusión, privilegian los contenidos hegemónicos y silencian las voces marginadas a través del colonialismo digital y el racismo algorítmico. Dialogamos con los fundamentos teóricos de los Estudios de Multialfabetización (New London Group, 1996; Cope y Kalantzis, 2000) y de la Cibercultura (Lévy, 1999) para contraponer a estas dinámicas los potenciales disruptivos de la hipertextualidad y las multiliteracias, llegamos a la conclusión de que estos conceptos, cuando son movilizados por una alfabetización digital crítica (Kellner & Share, 2019), pueden fomentar una cultura participativa politizada (Jenkins, 2006), capacitando a las comunidades subalternizadas para crear contranarrativas y redes alternativas de conocimiento.
Descargas
Citas
ALMEIDA, Silvio. Racismo estrutural. São Paulo: Pólen, 2019.
BENJAMIN, Ruha. Raça Após a Tecnologia: Abolição de Ferramentas para o Novo Jim Code. Tradução de Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Ubu Editora, 2021
BLOMMAERT, Jan. The Sociolinguistics of Globalization. Cambridge: Cambridge University Press, 2010.
BOLTER, Jay David. Writing Space: Computers, Hypertext, and the Remediation of Print. 2nd ed. Mahwah: Lawrence Erlbaum Associates, 2001
BUSH, Vannevar. Como Podemos Pensar. Tradução de Rafael Evangelista. 1945.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Tradução de Roneide Venancio Majer. 9. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.
COPE, Bill; KALANTZIS, Mary. Multiliteracies: Literacy Learning and the Design of Social Futures. London: Routledge, 2000.
COULDRY, Nick. Why voice matters: Culture and politics after neoliberalism. London: Sage, 2010.
CRYSTAL, David. Inglês como língua global. Tradução de Maria Lucia Balthazar. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
CUBAN, Larry. Oversold and Underused: Computers in the Classroom. Cambridge: Harvard University Press, 2001.
DAVID, Makosa Tomás. As línguas angolanas: resistência e a cosmovisão do poder angolano no mundo, Mandinga - Revista de Estudos Linguísticos. Redenção-CE, v. 07, n. 02, p.07-21, 2023.
FANON, Frantz. Peau noire, masques blancs. Editora da Universidade Federal da Bahia, 2008
FAUSTINO, Deivison; LIPPOLD, Walter. Colonialismo digital: por uma crítica hacker-fanoniana - 1. ed. - São Paulo : Boitempo, 2023.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1968.
NEW LONDON GROUP. A pedagogy of multiliteracies: designing social futures. Harvard Educational Review, v. 66, n. 1, p. 60-92, 1996.
HALL, Stuart. Representation: Cultural representations and signifying practices. London: Sage, 1997.
JENKINS, Henry. Convergence Culture: Where Old and New Media Collide. New York: New York University Press, 2006.
KELLNER, Douglas; SHARE, Jeff. Educação para a Leitura Crítica da Mídia: Transformando o Consumidor em Criador. São Paulo: Cortez, 2019.
KLEIMAN, Angela B. Letramento e suas implicações para o ensino de língua materna. Signo, v. 32, n. 53, p. 1-25, 2016
KRESS, Gunther. Multimodality: A Social Semiotic Approach to Contemporary Communication. London: Routledge, 2003.
LANDOW, George P. Hypertext 3.0: Critical Theory and New Media in an Era of Globalization. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 2006
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1997.
LÉVY, Pierre. A Inteligência Coletiva: Por uma Antropologia do Ciberespaço. São Paulo: Loyola, 1998.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1999.
LIVINGSTONE, Sonia. Children and the Internet: Great Expectations, Challenging Realities. Cambridge: Polity Press, 2009.
NASCIMENTO, Gabriel. A linguagem como zona do não-ser na vida de pessoas negras no sul global. Gragoatá, Niterói, v. 28, n. 60, e-53299, jan.-abr. 2023
NELSON, Ted. Literary Machines. Sausalito: Mindful Press, 1981.
NOBLE, Safiya Umoja. Algoritmos de Opressão: Como os Motores de Busca Reforçam o Racismo. São Paulo: Politéia, 2021.
ORLANDO, Rosimeire; FERREIRA, Helenice. Letramento digital crítico: desafios e possibilidades. Revista X, v. 1, p. 45-62, 2013
PARISER, Eli. The Filter Bubble: What the Internet Is Hiding from You. New York: Penguin Press, 2011.
PENNYCOOK, Alastair. Global Englishes and Transcultural Flows. London: Routledge, 2007.
PHILLIPSON, Robert. Imperialismo linguístico. Tradução de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola Editorial, 2002.
ROJO, Roxane. Escola conectada: Os multiletramentos e as TICs. São Paulo: Parábola Editorial, 2013.
SAID, Edward W. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente. Tradução de Tomás Rosa Bueno. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
SANTAELLA, Lúcia. Neo-humano: a sétima evolução cognitiva do sapiens. São Paulo: Paulus, 2022.
SANTOS, Edméa. Pesquisa-formação na cibercultura. Teresina: EDUFPI, 2019.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 6ª Ed. Rio de janeiro: Editora Record, 2001.
SELWYN, Neil. Education and Technology: Key Issues and Debates. London: Continuum, 2011.
SELWYN, Neil. Reconsidering Political and Popular Understandings of the Digital Divide. New Media & Society, v. 6, n. 3, p. 341-362, 2004.
SILVA, Tarzício. Racismo Algorítmico: inteligência artificial e discriminação nas redes digitais. São Paulo: Edições Sesc, 2022.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 1998.
SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Pode o Subalterno Falar?. Tradução de Sandra Regina Goulart Almeida et al. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010
STREET, Brian V. What's "New" in New Literacy Studies? Critical Approaches to Literacy in Theory and Practice. Current Issues in Comparative Education, v. 5, n. 2, p. 77-91, 2003.
VAN DIJK, Jan A. G. M. The Network Society: Social Aspects of New Media. 2nd ed. London: Sage Publications, 2006.
WARSCHAUER, Mark. Technology and Social Inclusion: Rethinking the Digital Divide. Cambridge, MA: MIT Press, 2003.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Makosa Tomás David, Maristela Midlej Veloso

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Os direitos autorais dos artigos publicados na Revista são de acordo com a licença CC-BY-ND - Creative Commons ( https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/legalcode)
Esta licença permite que outras pessoas reutilizem o trabalho para qualquer finalidade, inclusive comercialmente; no entanto, não pode ser compartilhado com outras pessoas de forma adaptada e o crédito deve ser fornecido ao autor.
Os direitos autorais dos artigos publicados na Revista são do autor, com os direitos de primeira publicação para a Revista

















