De la comprensión del concepto de tecnología a la tecnodiversidad: análisis de las disertaciones del máster ProfEPT
DOI:
https://doi.org/10.22169/revint.v20.e25do115Palabras clave:
Conceito de tecnologia, Tecnodiversidade, Educação Profissional e tecnológica, EPT, Observatório ProfEPTResumen
El artículo analiza, a partir de Álvaro Vieira Pinto, cómo se aborda el concepto de tecnología en disertaciones producidas entre 2017 y 2023, disponibles en el Observatorio de la Maestría Profesional en Educación Profesional y Tecnológica en la Red Nacional (ProfEPT). La metodología se caracteriza por ser una revisión del estado del arte, combinada con un análisis de contenido descriptivo. Los resultados indican el predominio de abordajes acríticos y epistemológicos, destacando la necesidad de profundizar las discusiones sobre tecnología en la EpT. La conclusión es que la falta de una comprensión más amplia del concepto de tecnología limita la construcción de nuevas perspectivas para la tecnodiversidad, restringiendo el debate sobre formas alternativas de desarrollo tecnológico.
Descargas
Citas
BARBOSA, R. P.; ALVES, N. Reforma do Ensino Médio e a Plataformização da Educação. Revista E-Curriculum, São Paulo, v. 21, p. 01-26, 2023. DOI: https://doi.org/10.23925/1809-3876.2023v21e61619. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/61619. Acesso em: 30 de abr. 2024.
BRASIL. Resolução n.º 6, de 20 de setembro de 2012. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, v. 149, n. 184, p. 22, 21 set. 2012. Disponível em: https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=21/09/2012&jornal=1&pagina=22&totalArquivos=256. Acesso em: 26 out. 2023.
BRASIL. Lei n.º 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, v. 145, n. 253, p. 1-4, 30 dez. 2008. Disponível em: https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=30/12/2008&jornal=1&pagina=1&totalArquivos=120. Acesso em: 11 abr. 2024.
BRITO, G. S. Inclusão digital do profissional professor: entendendo o conceito de tecnologia. In: Encontro Anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais. GT24 - Tecnologias de informação e comunicação. Caxambu: ANPOCS, 2006.
BRITO, G. S.; COSTA, M. L. F. Cultura digital e educação: desafios e possibilidades. Educar em Revista, [s. l.], v. 36, 2020. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/educar/article/view/76482. Acesso em: 21 mai. 2025.
BRITO, G. S.; PURIFICAÇÃO, I. Educação e novas tecnologias: um (re)pensar. 3ª ed. Curitiba: Intersaberes, 2025.
BRITO, G. S.; SIMONIAN, M. Conceitos de tecnologias e currículo: em busca de uma integração. In: HAGEMEYER, R. C.; GABARDO, C. V.; SÁ, R. A. Diálogos epistemológicos e culturais. Curitiba: W&A Editores, 2016.
BUENO, N. L. O desafio da formação do educador para o ensino fundamental no contexto da educação tecnológica. 239 f. 1999. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) — Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná, Curitiba, 1999. Disponível em: https://biblioteca.utfpr.edu.br/acervo/193234. Acesso em 11 abr. 2024.
CETIC.BR. TIC Educação: Pesquisa sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas escolas brasileiras. São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2023. Disponível em: https://www.cetic.br/media/docs/publicacoes/2/20231122132216/tic_educacao_2022_livro_completo.pdf. Acesso em: 13 nov. 2023.
CUPANI, A. Filosofia da tecnologia: um convite. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2016.
DIJCK, J. V.; POELL, T.; WAAL, M. The platform society. New York: Oxford University Press, 2018.
FEENBERG, A. O que é a filosofia da tecnologia? In: NEDER, R. T. A teoria crítica Andrew Feenberg: racionalização democrática, poder e tecnologia. Brasília, DF: Observatório do Movimento pela Tecnologia Social na América Latina, 2010.
FEENBERG, A. Racionalização subversiva: tecnologia, poder e democracia. In: NEDER, R. T. A teoria crítica Andrew Feenberg: racionalização democrática, poder e tecnologia. Brasília, DF: Observatório do Movimento pela Tecnologia Social na América Latina, 2010.
GAMA, R. A tecnologia e o trabalho na história. São Paulo: Editora Nobel, 1986.
HUI, Y. Recursivity and Contingency. London: Rowman & Littlefield, 2020.
HUI, Y. Tecnodiversidade. São Paulo: Ubu, 2020.
KENSKI, V. M. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. 8ª ed. Campinas: Papirus, 2012.
PONTE, J. P. Tecnologias de informação e comunicação na formação de professores: Que desafios? Revista Iberoamericana de Educación, [s. l.], n. 24, p. 63-90, 2000 Disponível em: http://www.rieoei.org/rie24a03.htm. Acesso em: 04 jun. 2024.
RAMOS, M. N. História e Política da Educação Profissional. Curitiba: Instituto Federal do Paraná, 2014. Disponível em: https://ifpr.edu.br/curitiba/wp-content/uploads/sites/11/2016/05/Historia-e-politica-da-educacao-profissional.pdf. Acesso em: 23 mai. 2025.
SAMPAIO, R. C.; LYCARIÃO, D. Análise de Conteúdo Categorial: Manual de Aplicação. Brasília: ENAP, 2021.
SANCHO, J. M. Tecnologia: um modo de transformar o mundo carregado de ambivalência. In: SANCHO, J. M. (Org.). Para uma tecnologia educacional. Porto Alegre: Artmed, 2001.
SILVA, G. C. Tecnologia, educação e tecnocentrismo: as contribuições de Álvaro Vieira Pinto. Revista brasileira de estudos pedagógicos, [s. l.], v. 94, n. 238, p. 839-857, 2013. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbeped/a/8yzpyFXhFS3bHdpCRsgGRtH/abstract/?lang=pt. Acesso em: 20 out. 2023.
VIEIRA PINTO, A. O conceito de Tecnologia. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Luciana Garcia dos Reis, Luciana dos Santos Rosenau

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Os direitos autorais dos artigos publicados na Revista são de acordo com a licença CC-BY-ND - Creative Commons ( https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/legalcode)
Esta licença permite que outras pessoas reutilizem o trabalho para qualquer finalidade, inclusive comercialmente; no entanto, não pode ser compartilhado com outras pessoas de forma adaptada e o crédito deve ser fornecido ao autor.
Os direitos autorais dos artigos publicados na Revista são do autor, com os direitos de primeira publicação para a Revista

















