Epistemología travesti: una etnografía en línea de Alessandra Teixeira Primo
DOI:
https://doi.org/10.22169/revint.v20.e25do112Palabras clave:
Epistemología trans/travesti, cibercultura, etnografía en línea, LGBTQIA , Alessandra Teixeira PrimoResumen
Este artículo presenta los resultados de una investigación de maestría realizada en el marco del Programa de Posgrado en Educación, Contextos Contemporáneos y Demandas Populares de la Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, bajo la supervisión de la Profesora Doctora Edméa Oliveira dos Santos, líder del Grupo de Investigación Docencia y Cibercultura. La investigación tuvo como objetivo comprender cómo las mujeres trans y travestis construyen sus epistemologías y autorías en Instagram. Para llevar a cabo la investigación, se adoptó la etnografía en línea como metodología, con el propósito de seguir y comprender las dinámicas de producción de conocimiento y formación en la vida cotidiana de las practicantes culturales en Instagram. Durante aproximadamente un año, se realizó un estudio etnográfico de cuatro investigadoras trans/travestis, con el fin de comprender cómo se practicaban en la red social los dispositivos de formación creados por estas mujeres. Así, en este artículo se presenta la etnografía en línea de Alessandra Teixeira Primo, Profesora Doctora de la Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A través de la observación de la practicante, se buscó comprender y registrar su proceso de transición de género, así como su autoría y el uso de dispositivos en el entorno digital. En este proceso, la profesora adoptó estrategias comunicacionales que incluyen la producción de contenidos educativos, la reconfiguración de su imagen pública y la construcción de un discurso que dialoga con diferentes públicos. Por lo tanto, este estudio busca generar reflexiones críticas, alentando el reconocimiento da la inclusión de estas investigadoras como un derecho fundamental y un paso esencial para la democratización del conocimiento en la ciencia.
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