O futuro (das imagens) é ancestral: educação audiovisual a partir da construção de brinquedos ópticos
DOI:
https://doi.org/10.22169/revint.v20.e25do306Palavras-chave:
Cinema, Infância, Educação, Brinquedos ópticosResumo
Este artigo apresenta resultados parciais de um projeto de pesquisa e extensão que consiste na elaboração de práticas de letramento audiovisual baseada na construção de brinquedos ópticos, aparatos criados no século XIX para demonstrar aspectos fisiológicos da visão que deram origem ao cinema. A princípio, a construção de brinquedos antigos pode parecer anacrônica diante da realidade profundamente midiatizada em que vivem crianças e jovens atuais. No entanto, seguindo a premissa de que o futuro é ancestral, argumentamos que os brinquedos ópticos nos conectam com uma infância do cinema que se atualiza constantemente. Além de proporcionar uma importante experiência de contato e experimentação com materiais analógicos, a construção dos brinquedos nos dá importantes pistas para pensarmos o lugar de protagonismo das crianças e jovens na cultura visual.
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