Baralho Fonológico: um jogo inclusivo para crianças com Dislexia
DOI:
https://doi.org/10.22169/revint.v21.e26do105Palavras-chave:
Dislexia, Metodologias lúdicas, Jogo, crianças, Educação InclusivaResumo
O presente estudo parte da necessidade de desenvolver abordagens lúdicas acessíveis para a estimulação da consciência fonológica em crianças com dislexia, considerando contribuições teóricas relevantes sobre aprendizagem e leitura, como as de Castrillon (2013), Condemarín (1986), Dehaene (2012), Petrossi (2004) e Sampaio (2011). Teve como objetivo desenvolver, aplicar e analisar a eficácia de um jogo físico educativo, fundamentado em princípios da fonoaudiologia, voltado ao estímulo das habilidades fonológicas e à promoção de uma aprendizagem inclusiva e significativa. A pesquisa, de caráter aplicado e interventivo, envolveu oito crianças com idades entre 11 e 12 anos, atendidas em uma Escola Municipal do município de Cerro Largo, participantes do projeto EstimuGAME. A intervenção evidenciou que, apesar das dificuldades apresentadas pelos alunos, o jogo favoreceu o engajamento, a motivação e a participação ativa no processo de aprendizagem, indicando potencial contribuição para o desenvolvimento das habilidades de consciência fonológica em contextos educacionais inclusivos.
Downloads
Referências
ABD-ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DISLEXIA. Disponível em: <http://dislexia.org.br/v1/index.php/health-living-c/140-como-interagir-com-o-dislexico-em-sala-de-aula> Acesso em: 23 dez. 2025.
ABREU, Sónia Isabel Alves. Dislexia, aprender a aprender. Dissertação de mestrado – Lisboa, 2012. Disponível em: <http://recil.grupolusofona.pt/bitstream/handle/10437/2933/Tese%20-Dislexia%20-%20Aprender%20a%20Aprender%20-%20%20S%C3%B3nia%20Abreu%20Doc%20Fina.pdf?sequence=1> Acesso em: 23 dez. 2025.
ALMEIDA, Norma Martins de. Aprendizagem: normal e prejudicada. São Paulo: Santos Editora, 2009.
BATISTA, Jeize de Fátima. O software como ferramenta de ensino: estimulando a leitura de crianças e jovens diagnosticados com dislexia / Jeize de Fátima Batista - 2017.151 f; 30 cm. Tese (Doutorado em Letras) – Centro Universitário Ritter Dos Reis, Faculdade de Letras, Porto Alegre, 2017.
BRASIL. Lei nº 14.254, de 30 de novembro de 2021. Dispõe sobre a identificação precoce de dislexia, do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e de outros transtornos de aprendizagem. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 1 dez. 2021. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/L14254.htm. Acesso em: 23 dez. 2025.
CASTRILLON, Luciana Maria Teixeira. Problemas de aprendizagem, soluções de aprendizagem: respostas instrucionais para as necessidades de cada aprendiz. In: ALVES, Luciana; MOUSINHO, Renata; CAPELLINI, Simone. Org(s). Dislexia: novos temas, novas perspectivas. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2013. p.371-404.
CONDEMARIN, Mabel (org). Maturidade Escolar: manual de avaliação e desenvolvimento das funções básicas para a aprendizagem escolar.Enelivros. 1986.
CRUZ, Vitor. Uma abordagem Cognitiva da Leitura. Lisboa: Lidel, 2007.
DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: como a ciência explica nossa capacidade de ler. Porto Alegre: Penso, 2012.
MAGRI FILHO, Hélio. Sou Disléxico... e daí? São Paulo: M. Books do Brasil Editora Ltda., 2011.
MARTINS, J. A educação especial no contexto socioeconômico brasileiro. Curitiba: Ibepex, 2003.
MASSI, Giselle. A dislexia em questão. SãoPaulo: Plexus Editora, 2007.
NUNES, Daniella Carla dos Santos. Superando a dislexia: um estudo de caso de uma disléxica no município de porto velho.TCC – ULBRA – Porto Velho, 2012. Disponível em: http://www.ulbra.br/portovelho/wp-content/uploads/2012/07/TCC-IIDANIELLA- CARLA-PDF.pdf> Acesso em: 23 dez. 2025.
OPENAI. ChatGPT. [Ferramenta de inteligência artificial]. 2025. Disponível em: https://chat.openai.com. Acesso em: 23 dez. 2025.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (coord). Classificação de Transtornos mentais e de comportamentos da CID 10: descrições clínicas e diretrizes diagnósticas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.
PETROSSI, Eduardo. O que é Dislexia. Revista Superinteressante. Edição 207, dezembro de 2004. Disponível em:<http://super.abril.com.br/ciencia/o-que-edislexia> Acesso em: 23 dez. 2025.
SAMPAIO, Simaia. Dificuldades de aprendizagem: a Psicopedagogia na relação sujeito, família e escola. 3.ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2011.
SELIGER, Alessandra; DOMINGUES, Ana Carolina Oliveira Mello; COSTA, Anália Maria de Fatima; GAEDICKE, Isis Aline Lourenço de Souza. Concepções e práticas fonoaudiológicas na dislexia do desenvolvimento: reflexões dos últimos 12 anos. Fac. Sant’Ana em Revista, Ponta Grossa, v. 5, p. 27-51, 1. Sem. 2021. Disponível em: https://www.iessa.edu.br/revista/index.php/fsr/index. Acesso em: 23 dez. 2025.
SILVA, Sther Soares Lopes da. Conhecendo a dislexia e a importância da equipe interdisciplinar no processo de diagnóstico. Revista Psicopedagogia, São Paulo, v. 26, n. 81, 2009. Disponível em: https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862009000300014. Acesso em: 23 dez. 2025.
SNOWLING, Margaret J. HULME, Charles. A ciência da leitura. Porto Alegre: Penso, 2013.
SOUZA, Ana Caroline Moura Bezerra; NETO, Eudo Nogueira de Lima; FREITAS, Thiago Henrique Alves de Freitas. A importância da ludicidade para dislexia na educação infantil. Recife, 2022.
ZIESMANN, Cleusa Inês; BATISTA, Jeize de Fátima; LEPKE, Sonize. (Orgs.) Formação humana, práticas pedagógicas e educação inclusiva. Cleusa Inês Ziesmann/ Jeize de Fátima Batista/ Sonize Lepke (Orgs.) - Campinas, SP: Pontes Editores, 2019, p.109-125.
ZIESMANN, Cleusa Inês. Inclusão, Experiências e Práticas pedagógicas: o atendimento Educacional Especializado na Educação Básica na perspectiva de Vygotsky - 2018. Tese (Doutorado) - Programa de Pós-Graduação em Educação, PUCRS.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Caroline Taís Link, Jeize de Fátima Batista, Cleusa Inês Ziesmann, Ana Cecília Teixeira Gonçalves

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Os direitos autorais dos artigos publicados na Revista são de acordo com a licença CC-BY-ND - Creative Commons ( https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/legalcode)
Esta licença permite que outras pessoas reutilizem o trabalho para qualquer finalidade, inclusive comercialmente; no entanto, não pode ser compartilhado com outras pessoas de forma adaptada e o crédito deve ser fornecido ao autor.
Os direitos autorais dos artigos publicados na Revista são do autor, com os direitos de primeira publicação para a Revista

















