CINE, EDUCACIÓN Y AFRICANIDADES EN EL CORTOMETRAJE “AS AVENTURAS DE SEU EUCLIDES – PARAFUSOS (2007)”

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22169/revint.v20.e25do305

Palabras clave:

Educación, Cine de marionetas negras, Africanidades, Película “As aventuras de Seu Euclides – Parafusos (2007), Ley 10.639/2003

Resumen

Este ensayo pretende, a partir de un análisis de la película “Aventuras de Seu Euclides – Parafusos (2007)” del director Marcelo Roque Belarmino, tensarla con los debates sobre las africanidades propuestas por la Ley 10639/2003 para pensar una educación decolonial. Es una obra cinematográfica/audiovisual que forma parte del Cine de Títeres Negros del Estado de Sergipe. Este ensayo pretende acercar el cine a las cuestiones del cuerpo negro para desmontar los pilares coloniales del racismo. La propuesta del cortometraje pretende darle centralidad a la crónica narrativa de quienes vivieron y viven, aportaron y aportan, lucharon y están luchando para que sus formas de vida, concepciones y filosofías del mundo sean visibilizadas. Se cree que el uso de películas con una propuesta didáctica descolonizadora puede contribuir al replanteamiento de la existencia negra y, en consecuencia, al aniquilamiento del racismo.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Wolney Nascimento Santos, Universidade Federal de Sergipe - UFS

Doutor em Educação pela Universidade Federal de Sergipe (PPGED/UFS). Membro do Grupo de Pesquisa “Corpo e Política”. Professor Arteducador da Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura de Sergipe/SEDUC. 

Hamilcar Silveira Dantas Junior, Universidade Federal de Sergipe - UFS

Doutor emEducação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Professor do Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Professor do Programa de Pós-graduação interdiciplinar em Cinema (PPGCINE/UFS).

Fabio Zoboli, Universidade Federal de Sergipe - UFS

Pós-doutor em "Educação do corpo" pela Universidad Nacional de La Plata (UNLP/Argentina). Professor do Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Membro do grupo de pesquisa "Corpo e política".

Citas

ALENCAR, Aglaé D´Ávila Fontes de. Danças e Folguedos: Iniciação ao folclore sergipano. Aracaju – Secretaria de Estado da Educação do Desporto e Lazer. 1998.

ASANTE, Molefi Kete. Afrocentricidade: notas sobre uma posição disciplinar. In.: NASCIMENTO, Elisa Larkin. (org.). Afrocentricidade: uma abordagem epistemológica inovadora. São Paulo: Selo Negro, 2009.

BIKO, Steve. Escrevo o que eu quero. São Paulo: Ática, 1990.

BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013.

CAFÉ, Lucas Santos. Racismo, colonialidade e descolonização do currículo formal: duas experiências no chão da escola e a fuga de uma história única. Cadernos do Aplicação, Porto Alegre, v. 33, n. 2, 2020. DOI: https://doi.org/10.22456/2595-4377.104197

FANON, Frantz. Pele negra: máscaras brancas. São Paulo: Ubu Editora. 2020

FIGUEIREDO, Ariosvaldo. O negro e a violência do branco - o negro em Sergipe. Rio de Janeiro: J. Álvaro, 1977.

GOMES, Nilma Marcelino. Educação, identidade negra e formação de professores/as: um olhar sobre o corpo negro e o cabelo crespo. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.29, n.1, p. 167-182, jan./jun. 2003.

KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Editora Cobogó, 2019.

MAZAMA, Ama. Afrocentricidade como um novo paradigma. In.: NASCIMENTO, Elisa Larkin. (org.). Afrocentricidade: uma abordagem epistemológica inovadora. São Paulo: Selo Negro, 2009.

MOURA. Clóvis. Quilombos: resistência ao escravismo. São Paulo: Editora Ática, 1987.

________. Os Quilombos e a Rebelião Negra. São Paulo: Brasiliense, 1981.

MUNANGA, Kabengele (Org.). Superando o racismo na escola. 2. ed. Brasília: Ministério da Educação, 2005.

RODRIGUES, João Carlos. O negro brasileiro e o cinema. 4. ed. Rio de Janeiro: Pallas, 2011.

RUFINO, Luiz. Pedagogia das encruzilhadas. Rio de Janeiro: Mórula editorial, 2019.

SANTOS, Joel Rufino dos. A questão do negro na sala de aula. 2º ed. - São Paulo: Global, 2016.

SANTOS, Wolney Nascimento. As Aventuras de Seu Euclides (2007): um cinema negro de bonecos. Revista Cumbuca. Aracaju – Sergipe, Ano VII, 2020.

SANTOS, Wolney Nascimento. A Afrocentricidade do cinema negro em Sergipe: primeiras cenas de Marcelo Roque Belarmino e Everlane Moraes. 2024. 234 f. Tese (Doutorado em Educação) - Programa de Pós-Graduação em Educação - PPGED, da Universidade Federal de Sergipe-UFS. São Cristóvão/SE, 2024.

SILVA, Maria José Lopes da. As artes e a diversidade étnico-cultural na escola básica. In: MUNANGA, Kabengele (Org.). Superando o racismo na escola. 2. ed. Brasília: Ministério da Educação, 2005. P. 125-142.

STAM, Robert. Multiculturalismo tropical: uma história comparativa da raça na cultura e no cinema brasileiros. São Paulo: Edusp, 2008.

INTERNET

PREFEITURA DE LAGARTO/SE

Disponível em: https://lagarto.se.gov.br

Acesso: 31. Out. 2024

GRUPO MARATÁ

Disponível em: https://marata.com.br/empresa/

Acesso: 31. Out. 2024

ENTREVISTA

BELARMINO, M.R. Marcelo Roque Belarmino. Depoimento [outubro. 2019]. Entrevistador: Wolney Nascimento Santos. São Cristóvão/SE: Universidade Federal de Sergipe. 1 arquivo mp3. Entrevista concedida para a pesquisa sobre a trilogia As Aventuras de Seu Euclides.

FILME ANALISADO

MARCELO ROQUE BELARMINO

AS AVENTIRAS DE SEU EUCLIDES - PARAFUSOS - Filme: Direção de Marcelo Roque Belarmino. Brasil, 2007. 1 DVD (16’)

Publicado

2025-07-10

Cómo citar

SANTOS, W. N.; DANTAS JUNIOR, H. S.; ZOBOLI, F. CINE, EDUCACIÓN Y AFRICANIDADES EN EL CORTOMETRAJE “AS AVENTURAS DE SEU EUCLIDES – PARAFUSOS (2007)”. REVISTA INTERSABERES, [S. l.], v. 20, p. e25do305, 2025. DOI: 10.22169/revint.v20.e25do305. Disponível em: https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2778. Acesso em: 15 jun. 2026.

Número

Sección

Dossiê - Educação e visualidades: olhares sobre cinema e vídeo