Guias alimentares: uma análise crítica e comparativa com base no Relatório de Desenvolvimento Sustentável (2024)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22169/mas.v14i28.1212

Resumo

A intensificação das preocupações com os impactos dos sistemas alimentares sobre a saúde pública, o meio ambiente e a Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) têm motivado diversos países a reformularem suas diretrizes nutricionais. Nesse cenário, os guias alimentares configuram-se como instrumentos estratégicos para orientar práticas alimentares mais equilibradas e sustentáveis. Este estudo analisou criticamente os guias alimentares do Brasil, Finlândia, Afeganistão e Omã, à luz conforme o Sustainable Development Report 2024. A metodologia adotada foi quantitativa e multidimensional, contemplando 32 indicadores organizados em quatro dimensões: ecológica, econômica, sociocultural e de saúde humana. Os resultados indicaram que o Brasil alcançou o maior escore de sustentabilidade (78,1%), seguido pela Finlândia (71,9%), Afeganistão (56,3%) e Omã (40,6%). O guia brasileiro destacou-se pelo incentivo ao consumo de alimentos in natura, pela valorização de práticas culturais e pela redução de ultraprocessados. A Finlândia apresentou diretrizes robustas cientificamente, mas com menor integração de aspectos culturais e sociopolíticos. O Afeganistão refletiu um desempenho intermediário, condicionado ao enfrentamento da insegurança alimentar crônica, enquanto Omã demonstrou fragilidades marcantes ao manter uma abordagem biomédica desatualizada, com pouca conexão aos princípios de sustentabilidade. Conclui-se que a sustentabilidade dos guias não depende apenas do desenvolvimento econômico, mas também da capacidade institucional, da incorporação de evidências científicas e da participação social nos processos de formulação das políticas alimentares.

Palavras-chave: guias alimentares; indicadores de desenvolvimento sustentável; segurança alimentar e nutricional; desenvolvimento sustentável; sistemas alimentares.

Abstract

Heightened concerns about the impacts of food systems on public health, the environment, and Food and Nutrition Security (FNS) have motivated several countries to reformulate their nutritional guidelines. In this context, food guides are strategic instruments for guiding more balanced and sustainable dietary practices. This study critically analyzed the food guides of Brazil, Finland, Afghanistan, and Oman, in light of the Sustainable Development Report 2024. The methodology adopted was quantitative and multidimensional, encompassing 32 indicators organized into four dimensions: ecological, economic, sociocultural, and human health. The results indicated that Brazil achieved the highest sustainability score (78.13%), followed by Finland (71.88%), Afghanistan (56.25%), and Oman (40.63%). The Brazilian guide stood out for encouraging the consumption of natural foods, valuing cultural practices, and reducing ultra-processed foods. Finland presented scientifically robust guidelines, but with less integration of cultural and sociopolitical aspects. Afghanistan's performance was intermediate, conditioned by its ability to address chronic food insecurity, while Oman demonstrated significant weaknesses by maintaining an outdated biomedical approach with little connection to sustainability principles. The conclusion is that the sustainability of the guidelines depends not only on economic development but also on institutional capacity, the incorporation of scientific evidence, and social participation in food policymaking processes.

Keywords: food guides; sustainable development indicators; food and nutrition security; sustainable development; food systems.

Resumen

La intensificación de las preocupaciones sobre los impactos de los sistemas alimentarios en la salud pública, el medio ambiente y la Seguridad Alimentaria y Nutricional (SAN) ha motivado a diversos países a reformular sus directrices nutricionales. En este contexto, las guías alimentarias se configuran como instrumentos estratégicos para orientar prácticas alimentarias más equilibradas y sostenibles. Este estudio analizó críticamente las guías alimentarias de Brasil, Finlandia, Afganistán y Omán, a la luz del Sustainable Development Report 2024. La metodología adoptada fue cuantitativa y multidimensional, contemplando 32 indicadores organizados en cuatro dimensiones: ecológica, económica, sociocultural y de salud humana. Los resultados indicaron que Brasil alcanzó el mayor puntaje de sostenibilidad (78,1%), seguido por Finlandia (71,9%), Afganistán (56,3%) y Omán (40,6%). La guía brasileña se destacó por el incentivo al consumo de alimentos naturales, la valorización de prácticas culturales y la reducción de ultraprocesados. Finlandia presentó directrices científicamente robustas, pero con menor integración de aspectos culturales y sociopolíticos. Afganistán reflejó un desempeño intermedio, condicionado por el enfrentamiento de la inseguridad alimentaria crónica, mientras que Omán demostró fragilidades marcadas al mantener un enfoque biomédico desactualizado, con poca conexión a los principios de sostenibilidad. Se concluye que la sostenibilidad de las guías no depende únicamente del desarrollo económico, sino también de la capacidad institucional, la incorporación de evidencias científicas y la participación social en los procesos de formulación de políticas alimentarias.

Palabras clave: guías alimentarias; indicadores de desarrollo sostenible; seguridad alimentaria y nutricional; desarrollo sostenible; sistemas alimentarios.

Biografia do Autor

Aline Veroneze de Mello Cesar, Cesar

Professora do curso de Nutrição da UNINTER

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Publicado

2025-11-27

Como Citar

SANTOS, N. J. da S.; CESAR, A. V. de M. Guias alimentares: uma análise crítica e comparativa com base no Relatório de Desenvolvimento Sustentável (2024). Revista Meio Ambiente e Sustentabilidade, [S. l.], v. 14, n. 28, p. 96–110, 2025. DOI: 10.22169/mas.v14i28.1212. Disponível em: https://www.revistasuninter.com/revistameioambiente/index.php/meioAmbiente/article/view/1212. Acesso em: 25 jun. 2026.

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Artigo