Oligoterapia como tratamento complementar para deficiência nutricional do mineral Zinco

Autores

  • Julieta Clarisa Ferreyra Ritta

Resumo

A oligoterapia é uma terapia vibracional que busca equilibrar o organismo a traves das frequências dos minerais que compõem o corpo humano. A pesar dos seus benefícios já comprovados, a sua utilização para o tratamento de deficiências nutricionais não tem sido explorada. Este trabalho tem como objetivo observar se o tratamento com Zinco ionizado pode ser eficaz na recuperação da deficiência nutricional desse mineral (previamente identificada em exame laboratorial) em associação ao tratamento com zinco ponderal quelado. Para tal, foram selecionados 04 casos clínicos de pacientes tratados com zinco ionizado no período entre março de 2013 e março de 2015. Os resultados obtidos com cada paciente foram analisados individualmente, sendo que em todos os casos pode ser comprovado que a prescrição de Zinco ionizado foi eficaz como terapia complementar ao Zinco quelado. Esta conclusão deve-se ao fato de que o Zinco quelado (ponderal) é um tratamento apenas quantitativo, não podendo garantir assim uma boa absorção e utilização celular do mineral em todos os casos, em contrapartida, o Zinco ionizado contém a sua frequência (forma qualitativa), podendo ativar o zinco já presente no organismo e melhorar a absorção intestinal e a biorreceptividade celular do zinco ponderal ingerido e do que foi previamente armazenado no organismo. É muito provável que o mesmo resultado possa ser observado em pesquisas realizadas com outros minerais suplementados, o que deve ser divulgado entre os profissionais de saúde que prescrevem esse tipo de suplementos, muitas vezes sem o sucesso esperado.

Palavras-chave: Oligoterapia. Deficiência de Zinco. Suplementação de Zinco.

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Publicado

2015-12-22

Como Citar

RITTA, J. C. F. Oligoterapia como tratamento complementar para deficiência nutricional do mineral Zinco. Revista Brasileira de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, [S. l.], v. 4, n. 4, p. 62–77, 2015. Disponível em: https://www.revistasuninter.com/revistasaude/index.php/revista-praticas-interativas/article/view/474. Acesso em: 10 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos