Escala de Bristol na medicina tradicional chinesa: ocidente e oriente em harmonia

Autores

  • Juliana Irani Fratucci De Gobbi UNESP
  • Maira Belli
  • Paula Regina Milani

Palavras-chave:

fezes, Escala de Bristol, interrogatório, diagnóstico energético., fezes; Escala de Bristol; interrogatório; diagnóstico energético.

Resumo

O assunto das fezes ainda é subestimado no Ocidente, mas é objeto de investigação nas práticas orientais. Propomos um paralelo entre o uso da escala de Bristol, que acessa as características das fezes, e a Medicina Tradicional Chinesa. A escala de Bristol utiliza desenhos e descrição das fezes de acordo com sua forma e consistência, já validada para o português. No Ocidente, as características das fezes não são convencionalmente estudadas, a menos que algo chame a atenção sobre elas. O uso da escala facilita o acesso às características das fezes de um paciente, facilitando a correlação a um padrão energético, segundo a Medicina Tradicional Chinesa. A escala de Bristol, ferramenta da medicina ocidental, pode auxiliar no interrogatório do paciente ocidental e direcionar uma proposta terapêutica para a medicina oriental.

Palavras-chave: fezes; Escala de Bristol; interrogatório; diagnóstico energético.

Abstract

The subject of feces in the West is still underestimated, but it is an object of investigation for Eastern practices. We propose a parallel between the use of the Bristol Stool Scale, used to access the characteristics of feces, and Chinese Medicine. The Bristol Stool Scale uses drawings and descriptions of feces according to their shape and consistency, and it is already validated for Portuguese. In the West, it’s not common to study the feces characteristics unless something in them calls attention. In this regard, the use of the scale facilitates access to the characteristics of a patient's feces. This facilitates the explanation of an energy pattern according to Traditional Chinese Medicine. Bristol Stool Scale, a Western medicine tool, can help in questioning Western patients and guiding a therapeutic proposal for Eastern medicine.

Keywords: feces; Bristol Stool Scale; questioning; energy diagnosis.

Resumen

El tema de las heces todavía es subestimado en Occidente, pero es objeto de investigación en las prácticas orientales. Proponemos un paralelo entre el uso de la escala de heces de Bristol, que accede a sus características, y la Medicina Tradicional China. La escala de heces de Bristol utiliza dibujos y descripción de las heces según su forma y consistencia, ya validada para el portugués. En Occidente, las características de las heces no son convencionalmente estudiadas, a menos que algo de ellas llame la atención. El uso de la escala facilita el acceso a las características de las heces de un paciente, facilitando la correlación a un estándar energético, de acuerdo con la Medicina Tradicional China. La escala de heces de Bristol, herramienta de la medicina occidental, puede auxiliar en el interrogatorio del paciente occidental y direccionar una propuesta terapéutica a la medicina oriental.

Palabras clave: heces; escala de heces Bristol; interrogatorio; diagnóstico energético.

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Biografia do Autor

Juliana Irani Fratucci De Gobbi, UNESP

Professora Assistente Doutora em Fisiologia Humana, Departamento de Biologia Estrutural e Funcional (setor Fisiologia), Instituto de Biociências de Botucatu, UNESP, Campus de Botucatu; pós-graduanda em Medicina Tradicional Chinesa do Centro de Terapias Naturais, CETN, unidade Bauru-SP, Faculdades Integradas Libertas. 

Maira Belli

Médica Veterinária Integrativa, Pós-graduada em Acupuntura Veterinária pelo Instituto Bioethicus, Botucatu - SP. 

Paula Regina Milani

Farmacêutica Bioquímica, Especialista em Acupuntura.

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Publicado

2023-12-04

Como Citar

FRATUCCI DE GOBBI, J. I.; BELLI, M.; MILANI, P. R. Escala de Bristol na medicina tradicional chinesa: ocidente e oriente em harmonia. Revista Brasileira de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, [S. l.], v. 3, n. 5, p. 86–91, 2023. Disponível em: https://www.revistasuninter.com/revistasaude/index.php/revista-praticas-interativas/article/view/1362. Acesso em: 28 fev. 2024.

Edição

Seção

Artigos